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(Seco+ Hurle)
SECO é um espetáculo de dança contemporânea em que Bernardo Chatillon se dedica a encontros com elementos presentes no espaço do palco. A partir desses encontros surgem diferentes conversas corporais. Em vez de uma coreografia fixa, a cena constrói-se a cada apresentação. O que se vê nasce de um jogo entre alguns acordos prévios e decisões tomadas no instante. O trabalho parte da percepção de uma certa secura no nosso tempo. Vivemos cercados por informações, mas nem sempre conseguimos dizer algo sobre a nossa própria experiência. SECO tenta atravessar esse bloqueio e afirmar, através do corpo, aquilo que sentimos – mesmo quando é difícil colocar em palavras.
Bernardo Chatillon (Rebelva, 1982) Artista multidisciplinar, performer e investigador em práticas performativas. O seu trabalho explora a relação entre corpo, ambiente e narrativa, criando espaços de diálogo sensorial e poético entre artistas, público e espaço.
Formado pelo Chapitô, frequentou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e licenciou-se em Teatro – Interpretação pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Entre 2012 e 2015 integrou o elenco do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016, mudou-se para Berlim, onde completou o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) na Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Colaborou em diversos formatos e projetos através de práticas artísticas, encontros e espetáculos com Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineral Wasser Kolective, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade, Benoît Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariama Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A. Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugénio e Litó Walkey, entre outros.
Criou os espetáculos Reindeer Age #0 (Uferstudios, 2019; Teatro do Bairro Alto, 2020), Reindeer Age #1 (P.T. Espaço do Tempo, 2021) e O Fazer do Dizer (Centro Cultural de Belém, 2022). Desenvolve um arquivo vivo de práticas performativas e colaborações interdisciplinares que expandem o entendimento da performance como experiência coletiva.
Desde 2023, integra a direção da R.I.Ju de Côja (Rancho Infantil e Juvenil de Côja), onde implementa o projeto Fôlego, promovendo a experimentação, a improvisação e o convívio artístico. Em 2024, frequentou o curso de Dramaturgia Platô #10, dirigido por Diogo Liberano.
Direção artística, criação e performance
Bernardo Chatillon
Dramaturgia
Diogo Liberano
Acompanhamento artístico
Meg Stuart
Cenografia
Pedro Fazenda
Desenho de luz
Vera Martins
Acompanhamento criativo
André Uerba
Contributos artísticos
Ana Dinger, Catarina Lopes Vicente, Claudia Galhós, Daniel Fernandes, Margarida Agostinho, Mariana Passos, Rui Dias Monteiro e Rui Horta
Produção executiva
Teresa Leite
Direção de comunicação
Sara Silva
Registo e edição de vídeo
Inês T. Alves
Registo fotográfico
André Martins
Produção
Flam
Criação artística
Residência de Coprodução O Espaço do Tempo, Fábrica da Criatividade, Pó De Vir a Ser e Trust Collective
Co-produção
Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco, Teatro Cine de Gouveia e Festival Pedra Dura
Apoios
DGArtes, Antena2, Município de Arganil e União de Freguesias de Côja e Barril de Alva
Agradecimentos
Teresa Madeira, John Noble, Hiago Rodrigues, Veronika Szabó, J. Crist, Bruno Esteves, Isabel Silva, Pateo José Matias Junior, SAL Mercearia, Nélia Calvino, Supermercado Feiteira, Açor Bikes, TRIJu (Teatro da Riju), Francisco Salgado, Espaço Céu Vagem, Energias In The Van, Fernanda Eugénio e Tomé Chatillon.
Duração
45 min.
M/12