Entrada livre
Sujeita à lotação. Levantamento de senha a partir de 30 min. antes do início do espetáculo.
FINAL GIRL surge do convite da bailarina Rina Marques aopalhaço e encenador, Rui Paixão, para que dirigisse um solo de dança, para o espaço público. No cinema de terror, existe o termo “final girl” ou “survivor girl”, que se refere à última mulher viva, a que defronta o assassino, a que sobrevive para contar a história. Este é o ponto de partida para a criação de uma performance que pretende criar um imaginário plástico e coreográfico clownesco com um gesto intenso, incoerente e irónico.
Rina Marques (Santa Maria da Feira) é bailarina e coreógrafa freelancer.
É licenciada pela Escola Superior de Dança (Lisboa, Portugal) e pelo Conservatório Superior de Dansa de l’Institut del Teatre (Barcelona, Espanha). Foi aluna do FAICC da Companhia Instável em 2018. A partir de 2017, desenvolve um trabalho autoral e de colaboração com outros artistas, destacando Nova Refutação do Tempo com Sara Ferreira e FINAL GIRL com Rui Paixão. Paralelamente ao trabalho de criação, colabora como intérprete com outros artistas, tais como Mathilde Monnier, Joan Jonas, Teatro do Mar, Útero, Purga, Sofia Dias & Vítor Roriz, Joana Providência e Marco Martins.
Rui Paixão (Santa Maria da Feira, 1995) é um palhaço da pior espécie.
Criador e intérprete, com um particular interesse pelo espaço público, desenvolve trabalho no teatro físico, clown e circo contemporâneo. Colaborou por duas vezes com o Cirque du Soleil como clown e criador (X, 2019–2020; Drawn to Life, 2023–2024) e colabora como intérprete com Marlene Monteiro Freitas (Lulu, 2023; NÔT, 2025). Entre 2015 e 2026, apresentou diversos espetáculos independentes e acaba de fundar a Holy Clowns, companhia que sustenta as suas criações e investigação. Distinguiu-se também como encenador convidado e diretor artístico do Circo Coliseu do Porto (2022) e, mais recentemente, com TROGLODITA, criado para a companhia do Teatro do Bolhão.
Direção artística, cenografia e figurino
Rui Paixão
Cocriação e interpretação
Rina Marques
Sonoplastia e direção técnica
Pedro Almeida
Mentoria artística
Catarina Barros
Design de imagem
Mosca que Ladra
Coprodução
Imaginarius, Instável – Centro Coreográfico e Teatro Municipal do Porto no âmbito do projeto Palcos Instáveis
Apoio à criação em residência artística
ICC-Imaginarius Centro de Criação, Instável Centro Coreográfico/Palcos Instáveis e Companhia Erva Daninha
Prémio
Vencedor da Call de Apoio à Criação Local do Imaginarius 2025
Duração
30 min.
M/6