Greta Oto
concerto de Papillons d'éternité (Matthieu Ehrlacher & Tânia Carvalho)
15 NOV — sex, 
22h15
Armazém Regimental de Lagos
Entrada livre mediante lotação*

Greta Oto é um concerto dos Papillons d’éternité (Matthieu Ehrlacher e Tânia Carvalho). Uma experiência sonora, uma viagem musical e um veículo pela noite dentro. Uma excursão hipnótica que o leva por uma estrada sem fim, densa, ampla e sobretudo frágil.

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- ESTREIA NACIONAL -
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Podcast Pedra Dura
com Matthieu Ehrlacher & Tânia Carvalho
Esta é uma conversa que viaja do encontro com o folclore minhoto às memórias de verões nas praias algarvias, da migração das borboletas da Amazónia à recordação do público dos festivais de dança do Rio de Janeiro, da necessidade ilimitada de expressão à irresistível tendência dos humanos em colocar tudo em caixas. 
‍Ouvir, aqui.
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*E entrada é feita por ordem de chegada, mediante levantamento de senha a partir de 30 minutos antes do início da sessão.

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‍direção artística, criação, performance
Papillons d’éternité (Tânia Carvalho e Matthieu Ehrlacher)

eco ehru, shruti box, pedais de efeito, voz
Tânia Carvalho

saxofone soprano, alto e baritone, clarinete, sintetizador, pedais de efeito, voz
Matthieu Ehrlacher

desenho de som, direção técnica
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Juan Mesquita

direção executiva
Vítor Alves Brotas

coordenação de comunicação
Maria João Bilro

produção
agência 25 ‍

residências de coprodução
Fábrica da Criatividade/Município de Castelo Branco, O Espaço do Tempo

apoio
(via estúdio 25): República Portuguesa - Cultura | Direção Geral das Artes, no biénio 2021-22

duração 1h15
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M/6

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Os Papillons d’éternité (Tânia Carvalho, Viana do Castelo 1976 & Matthieu Ehrlacher, Figeac 1984) são uma entidade, um duo artístico que se uniu em 2021 e tem vindo a desenvolver vários projetos. Desde então, criaram Pieris Napis, um concerto em constante processo que trabalha a música tradicional portuguesa através da recolha de notas, harmonias e ritmos; Greta Oto, uma experiência sonora, uma viagem musical e um veículo para a noite em formato de concerto; e Lyropteryx Appollonia, um projeto que explora um lado alternativo da música eletrónica de dança. Com Nymphalis Antiopa, estreiam-se numa peça de dança onde, além de coreógrafos, são também intérpretes. Têm apresentado os seus trabalhos em vários contextos, como o Museu Nacional de Arte Contemporânea em Lisboa e o Théâtre Lethes em Faro (ambos com a BoCA – Bienal de Artes Contemporâneas), o Théâtre Les Abbesses em Paris (Temporada Cruzada Portugal-França 2022), o Jardin de l’évêché (Uzès Danse Festival), o LuxFrágil em Lisboa, Teatro Aveirense (Aveiro 2024 – Capital Portuguesa da Cultura), no Le Gymnase CDCN em Roubaix (Festival Le Grand Bain) e Klap – Maison pour la Danse em Marselha, e no São Luiz Teatro Municipal em Lisboa.

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